Sabrina Sato viveu uma verdadeira maratona durante o Carnaval. A apresentadora precisou fazer uma viagem maluca entre o Rio de Janeiro e São Paulo para cumprir dois compromissos importantes. Tudo parecia possível, mas o tempo acabou se tornando seu maior inimigo nessa jornada.
A ideia era desfilar pela Unidos de Vila Isabel, na Marquês de Sapucaí, e depois voar rapidamente para São Paulo. Lá, ela seria a rainha de bateria da Gaviões da Fiel no Desfile das Campeãs. Para ganhar segundos preciosos, ela até usou um jatinho particular. A correria começou muito antes do pouso.
Sabrina documentou toda a tensão dessa travessia em suas redes sociais. Dentro do avião, a atmosfera era de trabalho intenso e expectativa. Ela precisou trocar de roupa, colar unhas postiças e retocar a maquiagem ainda no ar. Nicolas Prattes, seu marido, e toda a equipe estavam ao seu lado nessa missão quase impossível.
Ela mantinha um semblante esperançoso para as câmeras. Em um vídeo, declarou: “Gente, já estou no avião voando com a minha equipe. Vai dar tempo, rumo a São Paulo”. O tom era de otimismo, mas a realidade lá fora era outra. Enquanto o avião decolava do Rio, a Gaviões da Fiel já iniciava seu desfile no Anhembi.
A escola de samba paulista tinha um cronograma rígido para cumprir. Sua assessoria deixou claro que não existia um “plano B” para adiar a entrada na avenida. Apesar de Sabrina ser uma rainha de bateria insubstituível para a agremiação, o relógio não parou. Cada minuto de atraso era crucial.
Quando finalmente pousou em São Paulo, o desfecho era inevitável. Sabrina desembarcou e descobriu que os portões do Sambódromo já estavam fechados. O desfile da Gaviões havia terminado. A frustração de meses de preparação e toda a energia daquela corrida contra o tempo se transformaram em lágrimas na hora.
A apresentadora não conteve a emoção ao perceber que não havia chegado a tempo. “Não acredito que não cheguei”, lamentou, visivelmente abalada. A cena mostrou o lado humano por trás dos holofotes, onde mesmo todo o planejamento e recursos podem não ser suficientes. O Carnaval, com sua paixão e seu ritmo implacável, seguiu sem ela na aquele momento.
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